História do Povo na Revolução Portuguesa

Raquel Varela

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“Queria fazer um trabalho meticuloso que não tivesse medo da paixão pela Revolução de Abril. Quis escrever um livro que não glorificasse ninguém mas que não permitisse que o pessimismo intelectual encobrisse as vitórias. Não acredito na história que nega aos mais frágeis o direito a ver escritos os momentos em que venceram. Quis fazer um livro rigoroso que fosse, também, agradável de ler, uma aventura que nos transportasse para os dias, as conversas, as cores e as vozes da revolução.
Não acredito na hagiografia, nem das pessoas nem das classes, trabalhadoras ou não. Não acredito, aliás, na ‘natureza humana’. Acredito na história. As pessoas e as classes são do tamanho daquilo que constroem. E daquilo que destroem. Foram pequeninas durante 48 anos e foram grandes durante a revolução. Os que fizeram a guerra agarraram com coragem a revolução, muitos dos que tinham medo e estavam calados enfrentaram o Estado…

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